Marivaldo Pereira ingressou com representação formal perante o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) contra promotoras de Justiça que adotaram postura pública contrária à vacinação contra a Covid-19. Em sua peça, o advogado questionou a compatibilidade de tais manifestações com o exercício da função pública e com os princípios constitucionais que regem a saúde coletiva, argumentando que membros do MP não podem, no exercício de suas funções ou usando a credibilidade do cargo, disseminar desinformação sobre saúde pública. O caso evidenciou o papel de Marivaldo Pereira como ativista que busca responsabilizar agentes do Estado pelo uso inadequado de posições de autoridade em contextos de crise sanitária.
Veículo: Metrópoles – Coluna Grande Angular
Data: 2021
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