Dignidade Menstrual É Direito, Não Privilégio!
A pobreza menstrual é uma realidade dolorosa que afeta diariamente a vida de milhares de meninas e mulheres. A falta de acesso a itens básicos de higiene, água tratada, saneamento e informação vai muito além do desconforto: é um problema grave de saúde pública, educação e direitos humanos.
As consequências dessa vulnerabilidade são reais e profundas:
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De acordo com o relatório Pobreza Menstrual no Brasil: Desigualdade e Violações de Direitos (publicado pelo UNICEF e pelo UNFPA), mais de 4 milhões de meninas enfrentam pelo menos uma privação de higiene básica nas escolas brasileiras (como falta de absorventes, sabonetes ou banheiros). Dessas, cerca de 200 mil estão totalmente privadas de condições mínimas para cuidar da menstruação no ambiente escolar.
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Sem alternativas adequadas, muitas mulheres e jovens recorrem ao uso de panos velhos, jornal ou papel higiênico. Essa prática improvisada eleva os riscos de infecções graves do trato reprodutivo e urinário, comprometendo o bem-estar físico e a autoestima.


Promover a dignidade menstrual é garantir que o básico chegue a quem mais precisa. É transformar o discurso em ação prática. No @gabcidadaodf, a gente não fica só no discurso. Desde 2023, estamos nas ruas de Planaltina, Sol Nascente, Ceilândia e tantas outras RAs, garantindo que o básico chegue a quem mais precisa. Só em 2025, foram entregues mais de 3.500 kits de cuidado e respeito. Falar de menstruação é falar de saúde pública, de educação e, acima de tudo, de humanidade.
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