conheça minha história

Marivaldo de Castro Pereira tem uma história de lutas desde a infância. Superou as privações e dificuldades tão comuns às famílias de baixa renda e retornou a Brasília para trabalhar por uma gestão responsável, acesso à justiça, educação e saúde de qualidade, segurança pública, liberdade de expressão, inclusão social, direto à moradia e combate ao racismo.

Como a imensa maioria da juventude negra e pobre, trabalhou desde cedo e estudou a vida inteira na escola pública. Fez cursinho popular para entrar na faculdade. Escolheu o curso de Direito por acreditar que esta seria uma formação que lhe daria instrumentos para mudar a realidade na qual estava inserido. Na época, o que mais lhe motivava era a vontade de defender os direitos dos trabalhadores e fortalecer o trabalho de associações e entidades que organizam a população mais pobre.

Acordava às 5h30 e chegava em casa depois da meia-noite para conciliar trabalho e estudo. Com muita luta, ingressou na Faculdade de Direito da USP, mudando o rumo de uma história que tinha tudo para terminar como a de muitos jovens negros que cresceram na mesma situação.

Durante toda a faculdade, dedicou-se ao trabalho de assessoria aos movimentos de moradia. Por inúmeras vezes presenciou a dor de famílias que eram despejadas de favelas e cortiços. Presenciou também a alegria daqueles que conseguiam realizar o seu sonho de conquistar sua moradia, após anos de muita luta e sofrimento.

nossas lutas

Para seguir firme em meio a uma conjuntura tão desfavorável, escolhi ir pra cima.
Pra cima dos desmandos da extrema-direita, dos ataques à democracia e aos direitos daqueles que, historicamente, sempre foram excluídos em nossa sociedade.

Vamos pra cima!

Este é nosso lema diário para cobrar, fiscalizar e dar transparência ao que vem acontecendo nas políticas públicas do nosso país, principalmente neste difícil momento social e político que atravessamos.

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Ao se formar, começou a fazer mestrado e, em 2005, retornou a Brasília, sua terra natal, para trabalhar no Ministério da Justiça, onde, entre outras pautas, trabalhou com acesso à justiça, direito à moradia e modernização da justiça. Em 2007, foi para a Casa Civil da Presidência da República, onde, entre outras pautas, trabalhou com regularização fundiária rural e urbana, demarcação de terras para povos indígenas e comunidades quilombolas, acesso à informação, promoção da igualdade racial, democratização do acesso ao ensino superior e inclusão social. Em 2010, retornou ao Ministério da Justiça, onde trabalhou em temas como o Marco Civil da Internet, os novos marcos legais para o combate à corrupção, combate ao extermínio da juventude negra, Plano Nacional de Segurança Pública e também foi responsável pela modernização da gestão do Ministério, enquanto ocupou o cargo de Secretário Executivo.

Marivaldo sempre defendeu que a exclusão social não é um dado da natureza, mas sim resultado de um conjunto de decisões tomadas por aqueles que historicamente sempre ocuparam os espaços de poder. Para mudar este quadro, é necessário que as vítimas desse processo histórico ocupem os espaços de poder onde essas decisões são tomadas para romper com este círculo vicioso que tanto sofrimento traz à nossa população. Essa ruptura se dará a partir da promoção do acesso a serviços básicos como saúde, educação, segurança pública e a garantia de emprego e renda. Por isso, Marivaldo acredita também que a gestão pública deve ser pautada pela eficiência e pela inovação permanente, de maneira a atender ao máximo possível aqueles que mais dependem dos serviços públicos: a população mais pobre.

Marivaldo sentiu na pele e aprendeu que jovens da periferia devem ter sim o direito de sonhar. Sonhar em ser médico, advogado, engenheiro, enfim, o direito de ser o que quiserem — e é dever do Estado dar oportunidades para que esses sonhos se realizem e não colocar obstáculos para que desistam de seus sonhos. Esses filhos e filhas de mulheres incansáveis que dão a vida para que tenham um futuro merecem muito mais do que o destino traçado pelas estatísticas que hoje envergonham nosso país.

É no embalo dessa vontade imensa, tão grande e estrondosa como o sorriso que virou sua marca registrada, que Marivaldo reuniu uma grande rede de pessoas que também acredita que desistir não é uma opção e que é perfeitamente possível virar esse jogo! Foram essas pessoas que fizeram com que ele estivesse à frente de uma das campanhas mais empolgantes da história do DF e alcançasse 83.112 votos na última eleição para o Senado. Foi só o começo e foi lindo! Agora que você também conhece o caminho que trouxe Marivaldo até aqui, junte-se a nós! Vamos dar continuidade a esse movimento que está mudando o modo de fazer política no DF e no Brasil.